Quando o bebê nasce, a primeira coisa que os pais querem é ficar o tempo todo por perto. Seja para acompanhar os gestos, antecipar as necessidades ou somente contemplar a fofura e enchê-los ainda mais de amor e carinho. Mas, como os afazeres diários que envolvem ter um bebê em casa são intensos, nem sempre é possível ficar o tempo todo de olho neles. O carrinho é um grande aliado nessa tarefa, pois ajuda a manter o bebê por perto enquanto a mãe realiza as atividades.

Mas, algumas mamães preferem manter a criança ainda mais próxima. Se esse é o seu caso, utilizar um carregador pode ser uma boa opção aos carrinhos e ao bebê conforto. “Quando está no colo, o bebê fica mais tranquilo e só vai chorar se realmente houver um motivo de verdade”, explica Rosangela Alves, mãe de dois filhos e administradora da Sampa Sling, em entrevista para o canal Mamatraca.

Uma das grandes dúvidas sobre os carregadores, no entanto, é se, por passar tanto tempo no colo, o bebê não pode ficar mimado ou choroso na hora de ser colocado na cama para dormir, por exemplo. Neste sentido, Rosangela explica que foram feitos vários estudos nos Estados Unidos, inclusive na Universidade de Harvard, que comprovam que os bebês carregados no colo são calmos e independentes.

Veja a seguir algumas opções de carregadores e os diferenciais de cada um deles:

Sling

O Sling é um suporte feito de pano, para carregar crianças pequenas. Nele, o bebê se aninha em uma posição confortável e segura junto do corpo da mãe ou do pai, permitindo que os braços estejam livres.

O bebê fica sentado com a cabeça próxima ao coração do pai ou da mãe, sente as batidas e a sonoridade da voz, lembrando da sensação de paz e tranquilidade que tinham no útero.

Alguns tecidos são de amarrar, outros com ajustes em argola, mas todos permitem diferentes tipos de amarrações (algumas opções para carregar gêmeos, inclusive).

Canguru

Para os que buscam uma estrutura que aguente o bebê por mais tempo, acompanhando parte do crescimento, os cangurus são ótimas opções, pois cumprem a mesma função, além de serem reforçados para suportar até 15 quilos, sem tirar o conforto da criança.

Por ser prático para vestir e confortável para o bebê, o canguru é o tipo de carregador preferido dos papais.

Fato é que os carregadores viraram um acessório que já faz parte do dia a dia de quem tem um filho pequeno. Assim, muitas vezes, as famílias investem em mais de um modelo e estampa, para variar o uso e ser um acessório a mais no look do dia a dia. Foi a necessidade de variação de estampas, inclusive, que fez com a empreendedora Tuca Petlik fundasse a Petlik Sling. “Meu sling se tornou uma peça essencial nos meus ‘looks’, pois eu usava o dia inteiro, todos os dias. Com o tempo, foi me dando vontade de ter slings com outras cores e em combinações que tivessem a ver com o meu estilo; e não foi fácil de encontrar”, conta ele no site da marca.

Para os crescidos

Com a sua pequena crescendo, Tuca Petlik criou uma alternativa para quem quer continuar carregando os filhotes no corpo, mesmo depois de estarem um pouquinho maiores.

Divulgação/Petlik Sling

“Quando a minha filha cresceu e eu precisei de um carregador de bebê para um peso maior, descobri os cangurus ergonômicos e comecei a fazer também”, diz.  

Quando sua filha cresceu e passou a demandar carregadores maiores, ela descobriu os cangurus ergonômicos e criou o Mochilik, que pode ser usado a partir do momento que o bebê se sustenta sentado sozinho (suporta até 20 kg), e o Mochikids, para crianças de 11 a 27 kg e com, no mínimo, 80cm de altura.

Reprodução/ Facebook Petlik

Ser capaz de vivenciar essa intimidade com a criança faz com que mães e pais criem uma ligação profunda com os filhos, não só física como emocional, que é o primeiro passo para um laço familiar duradouro. Um abraço, um carinho ou um cheirinho nesse aconchego, são gestos que acalmam e aquecem o coração.

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